sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Os Simpson... em inglês!!

As boas notícias vieram do Ananás de São Miguel. Tinha acabado de sair do duche quando pensei cá para mim: “Hum, deixa ver se há novidades nos blogs”. Pronto, há quem se enxague com uma toalha quando sai do duche, eu venho ver blogs. É naquela base...

Quando li a novidade, fiquei tão contente que fui a correr para o carro com o objectivo de ir ao Parque Atlântico confirmar a boa nova.

E não é que é verdade?! Fiquei tão contente que até pulei de alegria! Depois fui expulso, parece que não gostam muito de pessoas molhadas de toalha enrolada à cintura aos pulos nos corredores... vai-se lá perceber porquê...

quinta-feira, 9 de agosto de 2007

Coisas do destino...

Creio firmemente que existem coisas que estão destinadas a acontecer a toda a gente pelo menos uma vez na vida. Situações às quais, por mais que fujamos, nunca poderemos escapar. Sei do que falo porque fui vítima de umas destas coisas ainda hoje. Passo desde já a narrar resumidamente o sucedido:

Ora bem, tenho cá em casa uma poltrona. A dita cuja alojou-se lá no seu cantinho ainda antes de eu nascer. Morei aqui toda a minha vida e sempre me lembro daquela poltrona naquele cantinho. Hoje, não sei a que propósito, devo ter traçado uma trajectória milímetricamente diferente da usual “sala de estar – casa de banho” e piiiimba, enfiei uma biqueirada a toda a força no pé da poltrona.

Tal nunca me havia sucedido, mas, como é lógico, quando finalmente aconteceu, eu tinha de estar descalço. Claro, qual seria a piada de eu dar um pontapé na poltrona se estivesse calçado com umas botas da tropa com biqueiras de aço? Pois...

Em todo o caso, o resultado foi óbvio: o meu pé, como podem ver já de si pouco fotogénico, acabou com uma unha torcida, um dedo inchado e um penso altamente improvisado.
Este é apenas um exemplo do que eu estava a falar, já que a maior parte dos meus conhecidos já passou por uma experiência semelhante. Ou seja, suponho que era uma questão de tempo até acontecer a mim.

Sendo assim, o grande objectivo deste post passa por querer criar uma lista destas coisas que inevitavelmente acontecem a toda a gente pelo menos uma vez na vida. Depois podem riscar desta lista as coisas que já vos aconteceram, sabendo de antemão que, mais cedo ou mais tarde, o resto vos aguarda.

Ok, vou começar com os primeiros 10, mas depois preciso da vossa ajuda. Contribuam e, juntos, vamos trabalhar para ajudar o próximo. Aqui vai:

1- Dar uma biqueirada num móvel quando se está descalço;

2- Esquecer do guarda-chuva no único dia da semana em que chove, apesar de ter feito um sol descomunal de manhã;

3- Criar-se um silêncio repentino na sala mesmo no momento em que estamos na parte mais porca de uma piada porca;

4- Perder o BI pela primeira vez na vida exactamente no dia antes de uma viagem;

5- Ficar sem bateria no telemóvel quando estamos à espera daquela chamada importante;

6- Passar meses sem nada para fazer e depois ter no mesmo fim-de-semana três aniversários e dois concertos fixes, mas não poder ir a nenhum porque, por acaso, neste fim-de-semana temos a comunhão de um primo afastado que acordamos em ir porque pensamos “assim como assim, também não vou ter nada para fazer...”;

7- Saber a matéria toda de cor, mas ter uma branca única e exclusivamente durante os 90 minutos do exame;

8- Esperar uma hora na fila do guichet A, para depois chegar à nossa vez e dizerem que o nosso assunto trata-se é no guichet C;

9- Fazer uma viagem longa a ouvir música da treta na rádio, e depois quando finalmente chegamos e estamos a desligar o carro, começa aquela música mesmo porreira que já não ouvíamos há montes de tempo;

10- Avariar o carro numa sexta-feira às seis da tarde...

Mandem mais, temos um mundo para salvar...

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

Aqui era suposto ser um título...

Visto que me vou ausentar uns diazitos, aproveito para vos deixar um daqueles apogeus da sabedoria ocidental, o pensamento do dia:

"Nós nascemos sem pedir e morremos sem querer.
É aproveitar o intervalo!"

PS - ainda pensei no "Mais vale uma pedra no sapato que um grão de areia no preservativo", mas era capaz de cair mal...

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Trabalhar em Agosto...

Trabalhar em Agosto é assim uma coisa como que... estranha. Está bem, o mês só começou ontem, mas como já não sei o que são férias há uns três anos, daquelas em que se descansa e tudo, posso dizer que tenho conhecimento de causa sobre o trabalhar-se na altura em questão.

Por muita vontade que tenhamos de produzir, ninguém atende os telefones, os mails não são respondidos, não se consegue entrar em contacto com viv’alma, as cidades ficam desertas, as portas fecham-se e conseguir uma assinatura é mais difícil do que ouvir a Paris Hilton dizer uma coisa inteligente.

O que se passa é uma espécie de efeito de bola de neve. Isto é, metade do país pára porque vai de férias, logo 25% de quem ficou a labutar produz a meio-gás porque precisa da primeira metade para avançar serviço. No entretanto, dos outros 25%, para aí uns 20% também acabam por ser atingidos, já que não conseguem fazer nada sem que os 75% voltem à acção. Os restantes 5%, coitados, têm que dar-lhe em quente porque fazem o seu dinheirinho às custas das férias dos outros.

Resumindo, em Agosto metade do país tira férias do serviço… a outra metade tira férias no serviço.

No fim, como sempre, quem se lixa é o mexilhão!

PS - tirando o facto de ter inventado as estatísticas todas, estas apresentam uma margem de erro de 0.45%.

PPS – aqui entre nós, também inventei a margem de erro…

terça-feira, 31 de julho de 2007

Os Simpsons… em português?!

Mas que raio?! Eu já não dormia há dois meses à espera da estreia dos Simpsons! Aliás, não era raro verem-me pelas ruas de Ponta Delgada aos pulinhos, feito tolo, a bater palminhas rápidas e sucessivas, todo contente e feliz.

Finalmente, chegado o filme aos Açores, a minha felicidade desmoronou-se qual baralho de cartas, daqueles com imagens de senhoras em poses duvidosas. Soube hoje por aqui que afinal a criação inspirada de Matt Groening está a passar no cinema dobrada em português!

Desculpem lá, mas… quer dizer, dobrar os Simpsons para português tem tanta lógica como dobrar o Exorcista para que as crianças o possam ir ver à vontade!

E agora? Sou obrigado a ir ao cinema ouvir o José Jorge Duarte (?) berrar um "dóóóp" manhoso?!

Haja paciência!!

segunda-feira, 30 de julho de 2007

Que mina!

Devemos ser o único blog que ainda não falou do quase-concerto do Bob Sinclar. Depois de muito pensar sobre o que dizer, porque já foi tudo dito, optei por não entrar na onda do criticismo. Prefiro ver as coisas pelo lado positivo e extrair uma lição pedagógica deste episódio caricato:

A partir de hoje, a qualquer espectáculo que vá, vou ignorar o palco e vou passar a noite toda a olhar para o chão à procura dos canhotos dos bilhetes que deitarem fora.

Assim, se houver "enganos", é aparecer na próxima segunda-feira nos escritórios da promotora com um saco plástico do hiper na mão e dizer: “Bom dia! Vinha aqui receber a devolução destes 732 bilhetes que comprei para mim e para os meus amigos… Está a olhar de lado para mim porquê? Tenho muitos amigos, ora essa!!”

domingo, 22 de julho de 2007

Fado do Parque Atlântico...

Aqui vai, uma produção exclusiva só para os leitores do blog.
Quem é amigo, quem é?
Divirtam-se...

quinta-feira, 19 de julho de 2007

Telemóveis à prova de água

Esta deve ser a invenção mais inútil a seguir às máquinas de secar as mãos nas casas de banho e aos alarmes dos carros. Mesmo que uma pessoa leve o telemóvel para debaixo de água, vai fazer o quê com ele? Atender ou fazer chamadas? O telemóvel toca, tira-se o respirador da boca e diz-se “Brlóop está glupblóop?”, morrendo-se afogado enquanto se tenta manter a conversa…

Pode é ser útil naqueles casos em uma pessoa vai a andar na rua e tropeça num patim que uma criança deixou no chão. Como está com o telemóvel na mão, e na tentativa de se tentar segurar, larga o equipamento e lá vai ele a voar. Ele cai com toda a força num andaime, o que assusta e causa o desequilíbrio de um pedreiro. O pedreiro cai e o andaime oscila, fazendo o telemóvel saltar para o meio da rua. Faz ricochete num carro que estava a passar, provocando o seu despiste, e voa para a vitrina duma loja de porcelanas da Vista Alegre. Parte a vitrina e bate na estante, as porcelanas caem todas, e a colher de uma terrina empurra o telemóvel, que vai a deslizar de novo para a rua, indo chocar num velhinho que estava a passar. O velhinho cai por cima de um mostruário de frutas, espalhando maçãs, laranjas, melancias, bananas e melões. No entretanto, o velhinho, no meio do desequilíbrio, pontapeia o telemóvel contra a parede. Ao bater na parede, completa um ângulo de 360º no ar e acaba por cair dentro de um balde de água.

Nisto, o dono do equipamento, que inicialmente tropeçou no patim, vai ao balde e tira o telemóvel. Levanta-o e, cheio de orgulho, exclama para a rua: “Viram, não avariou?! É à prova de água!”

Nestes casos, realmente, compensa ter um telemóvel resistente ao H2O...

quarta-feira, 18 de julho de 2007

Até que enfim III...

Este mês de Janeiro está uma porcaria. Nunca mais chega a Julho para começar o bom tempo...

terça-feira, 17 de julho de 2007

Poupem megawatts com os Tunalhos...

Achavam que o fundo preto do nosso blog era coincidência ou quê? Andava o Sr. Google a pensar nisso, já nós estávamos muito cá à frente. Ah, pois é!
A única diferença é que ele fica multi-mega-bilionário-pa-caramba quando tem destas ideias, e nós… nem por isso.

segunda-feira, 16 de julho de 2007

Análise técnica à abstenção

A taxa de abstenção nas eleições para a Câmara de Lisboa atingiu os 62,5%, sendo que as urnas abriram num dia de céu nublado, com possibilidade de chuva fraca.
Após muitas horas de observação, análise, descrição, comparação, sistematização e tentativa de explicação deste fenómeno, cheguei à conclusão que os portugueses estão a sofrer daquilo que, na Ciência Política, é conhecido pelo nome técnico de “falta de pachorra”.

sexta-feira, 13 de julho de 2007

Hoje é sexta-feira 13

Tomei todas as precauções. Arrumei os espelhos lá em casa para não correr o risco de partir algum, pintei o meu gato de branco, coloquei um elefante de enfeite num móvel com a tromba erguida mas de costas para a porta de entrada (dizem que evita a falta de dinheiro), tive o cuidado de não passar por debaixo de nenhuma escada e até coloquei uma vassoura com o cabo para baixo atrás da porta para fazer as visitas indesejáveis irem embora.
Depois disto tudo, parei, pensei sobre a sexta-feira 13, e do nada fui atingido por uma revelação: falta-me menos um dia para a reforma…

terça-feira, 10 de julho de 2007

Concurso Medieval

Coliseu Micaelense, 10 de Março, no VIII El Açor.

segunda-feira, 9 de julho de 2007

Ainda bem que a justiça funciona, senão...

Ah, é? Querias dar dois tiros na cabeça da tua mulher e sair impune? Toma lá uma censura moral que é para aprenderes!...

sábado, 7 de julho de 2007

O segredo do atalho

O comodismo é uma coisa que acho deveras engraçada, é sim senhor. Na minha opinião, existem três grandes tipos de comodismo:

a) O comodismo normal a que a vida moderna nos acostumou (comando de televisão, microondas, etc);

b) O comodismo irritante, tipo o gajo que empata o trânsito durante meia hora porque estacionou em cima do passeio para ir ao café;

c) E o comodismo doentio.

Deste último, apresento-vos desde já um exemplo prático. Atentem na seguinte foto tirada em Ponta Delgada, se fazem o obséquio:

Já atentaram? Óptimo. Como devem ter percebido, o caminho lógico a percorrer supostamente seria este, certo?

Mas as pessoas, espertas, logo perceberam: "Ena pá, ena pá! Consigo andar menos 2,4 centímetros e poupar 0,2 milésimos de segundo se cortar por aqui"... Pararam uns minutos e depois exclamaram em uníssono: "Ena pá, poxa!!"
E lá foram elas:

Moral da história, abriram um atalho por detrás do vaso que, acredito, até tem vindo a salvar muitos empregos. Aposto que há patrões por aí a dizer "Oh Zé, chiça, tu agora até chegas ao serviço primeiro do que eu?! Conheces algum atalho que eu não conheça?"
Ao que o Zé, contendo o riso, responde "Não chefe, não conheço" enquanto pisca o olho à Maria com quem partilha... o segredo do atalho!

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